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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Ministério da Saúde reafirma compromisso no combate aos Desvios Nutricionias




 Em encontro com CONSEA, o Secretário de Atenção Básica destacou as inciativas federais para incentivar o consumo de alimentos regionais de baixo custo e com elevado teor nutritivo O fortalecimento das ações do Ministério da Saúde no Plano Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PLANSAN), e as políticas públicas de promoção à saúde e de prevenção à obesidade foram debatidas nesta quarta-feira (16) em reunião entre o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães, e a presidente do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA), Maria Emília Pacheco. Em outubro, a plenária do Conselho tratará sobre o crescente aumento da população acima do peso no Brasil.
No encontro, o secretário reforçou que melhorar as condições nutricionais do brasileiro dentro da Política Nacional de Alimentação e Nutrição, em especial na Atenção Básica é prioridade do governo. O secretário também destacou as inciativas federais para incentivar o consumo de alimentos regionais de baixo custo e com elevado teor nutritivo.
“Os avanços alcançados no combate a desnutrição no Nordeste foram consideráveis nas últimas décadas, mas ainda temos desafios no Brasil. Nossas ações estão focadas no Norte do Brasil, que tem grande parte da população convivendo com carências nutricionais e hábitos bem diferenciados em relação às outras regiões do país”, destacou Helvécio. Para o secretário, a promoção de hábitos de vida saudável na atenção básica pode resolver uma boa parcela dos problemas de saúde das pessoas. “Por isso, estamos investindo sempre na Estratégia de Saúde da Família (ESF). Recentemente, equipes fluviais foram integradas à ação para atender a população ribeirinha”, afirmou.
A presidente do CONSEA elogiou a inciativa de estimular o consumo de alimentos saudáveis locais e de orientar os profissionais com a utilização da publicação sobre Alimentos Regionais do Ministério da Saúde. “Precisamos, cada vez mais, relacionar a cultura alimentar local à biodiversidade brasileira. A utilização dos produtos locais pode contribuir com a segurança alimentar e nutricional de diversas localidades”, afirmou Maria Emília.
OBESIDADE - Outro tema debatido no encontro se refere ao aumento constante da proporção de brasileiros acima do peso: 48,5% da população brasileira está acima do peso; 15,8% é obesa. A obesidade é um forte fator de risco para saúde e tem forte relação com altos níveis de gordura e açúcar no sangue, excesso de colesterol e casos de pré-diabetes. Para enfrentar este desafio, que começa na mesa, o Ministério da Saúde tem investido em promoção de hábitos saudáveis e firmado parcerias com o setor privado e com outras pastas do governo.
Com o objetivo de diminuir o consumo de sódio (sal) entre a população - um dos principais causadores de hipertensão arterial - o Ministério da Saúde firmou acordo voluntário com a indústria alimentícia que prevê a diminuição, gradual, do seu uso em 16 categorias de alimentos. Apenas com a redução prevista no pão francês, estima-se a retirada do mercado de 3.957 toneladas de sódio até 2014. Outras parcerias estão sendo debatidas com a indústria brasileira.
Já, para incentivar a prática de atividade física, o carro-chefe é o Programa Academia da Saúde, que prevê a construção de espaços públicos para atividade física, lazer e atividades corporais. As academias vão funcionar articuladas com as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e terão infraestrutura, com equipamentos e profissionais para a promoção de hábitos de vida mais saudáveis, desenvolvendo atividades de segurança e educação nutricional e alimentar, de práticas corporais, de atividades físicas. Ao todo, já são 2.659 polos habilitados para a construção em todo o país e outros 155 projetos pré-existentes que foram adaptados e custeados pelo ministério.
A criança e o adolescente também estão contemplados nas ações de combate à obesidade. Os ministérios da Saúde e da Educação trabalham em parceria para fortalecer o Programa Saúde na Escola (PSE), criado para assegurar formação integral dos estudantes da rede pública da educação básica por meio de ações de prevenção, promoção e atenção à saúde. Todos os anos, o programa também promove a Semana de Mobilização Saúde na Escola. Em 2012, o tema abordado focou a “Prevenção da obesidade na infância e na adolescência”. Cerca de cinco milhões de estudantes, de 22 mil escolas públicas de 1.938 municípios brasileiros, realizaram avaliações nutricionais com profissionais das Unidades Básicas de Saúde (UBS).
Além de palestras informativas e distribuição de material, também são realizadas medidas antropométricas e aconselhamento profissional entre os jovens “Bons hábitos começam na infância e a criança tem um papel de multiplicação de informação e de modificar hábitos em casas.”, afirmou o secretário.
As ações no combate a obesidade infantil não se resumem apenas às escolas públicas. Um acordo assinado entre o Ministério da Saúde e a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) pretende levar às lanchonetes das instituições de ensino privadas (do básico ao médio) opções de lanches mais saudáveis. A medida, tomada pela primeira vez no Brasil, deve beneficiar cerca de 6,5 milhões de estudantes em todo País. A implantação das diretrizes de alimentação saudável será acompanhada por grupo de trabalho que reunirá o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) e Fenep.

Fonte: http://nutricao.saude.gov.br/, postado em 17 ago 2012

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

A Primeira Dama Michelle Obama (EUA) cultiva um jardim de hortaliças na Casa Branca e escreve um livro sobre



Este artigo não é de natureza política: é um post sobre alimentação saudável.

Michelle Obama escreveu um livro sobre o jardim que ela cultiva na Casa Branca. O livro fala também de cozinha, receitas e de outras hortas comunitárias em todo o país EUA).

Uma das primeiras coisas que Michelle Obama fez quando se mudou para a Casa Branca foi cultivar um jardim com verduras e legumes e começar a falar sobre alimentação saudável.

Por que este livro é legal? Acho que a ideia de uma Horta da Casa Branca é inspiradora. Pais afora, grupos de pessoas se reuniram, para fazer um jardim de hortaliças nas escolas dos seus filhos, por exemplo.

Se você gosta de jardins, ou está pensando em começar um, este livro vai levá-lo a comprar um pote para sua janela ou uma enxada de jardim. As fotos são lindas e as histórias de jardins são de encher de orgulho as comunidades que as criaram.

O livro inclui informações práticas sobre a plantação de um jardim para todas as quatro estações e muitas idéias sobre produzir e plantar.

Há receitas também, não necessariamente de baixas calorias, mas todas saudaveis e indicadas para crianças.

Traduzido e adaptado por Denize Dias Lopes

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Glúten na Dieta


Realizar dietas sem glúten se tornou popular, mas uma nova análise sugere que muitas pessoas que param de ingerir glúten não precisam seguir tais recomendações.
Diversos especialistas têm afirmado que essas dietas especiais podem melhorar problemas digestivos em pessoas que são sensíveis ao glúten. Alguns também relacionam a exclusão do glúten com a diminuição de dores de cabeça, fadiga, hiperatividade e sintomas de autismo.
Entretanto, ao comparar o número de menções sobre a sensibilidade ao glúten no Google com o número de artigos científicos publicados sobre o assunto, pesquisadores italianos verificaram que as menções no Google superam as menções na literatura médica, em uma proporção de 4.598 para um.
No estudo, publicado no fascículo de 21 de fevereiro, no Annals of Internal Medicine, os pesquisadores italianos explicam que o glúten se tornou o “novo vilão da dieta” nos Estados Unidos. Comerciantes americanos afirmam que 15% a 25% dos consumidores desejam alimentos sem glúten e estimativas populares sugerem que 17 milhões de americanos são sensíveis ao glúten. Entretanto, não há dados oficiais sobre a prevalência de sensibilidade ao glúten em pessoas que não apresentam doença celíaca.
Pode ser que algumas pessoas apresentem sensibilidade não celíaca ao glúten, entretanto os autores alertam para a falta de evidências científicas quanto ao assunto. Além disso, em muitos casos, pode haver confusão com a síndrome do intestino irritável e a melhora com a dieta sem glúten pode ser resultado de efeito placebo, o qual pode ocorrer em até mais de 30% dos casos.
A boa notícia é que a dieta isenta de glúten geralmente é considerada segura, mas é importante ter acompanhamento com nutricionista, para garantir as necessidades diárias de nutrientes. Uma das desvantagens está no custo da dieta, já que os alimentos sem glúten são mais caros do que os alimentos que o contêm.
POSTADO POR INSTITUTO GIRASSOL | 24 - FEVEREIRO - 2012 | 1 COMENTÁRIOhttp://www.girassolinstituto.org.br/gluten-na-dieta/
Fonte: Di Sabatino A, Corazza GR. Nonceliac gluten sensitivity: sense or sensibility? Ann Intern Med. 2012 Feb 21;156(4):309-11.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Obesidade: epidemia mundial ...


...e também um grave problema de segurança alimentar e nutricional sustentável: consumimos mais calorias, mais produtos e suas embalagens, o que trás risco para o meio ambiente. Mas será que consumimos adequadamente os micronutrientes (vitaminas, sais minerais, fibras e oligoelementos)?

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Horta na área de serviço.

Horta para ser cultivada no quintal de casa ou na área de serviço.
Ideal para cultivar temperos, pimenta e o que você utilizar na sua cozinha. É uma opção para quem quer se alimentar de forma mais natural.